NÃO HÁ CULPA | SEIS QUASE MEIA | (de)ESTIMAÇÃO - A ALEGRIA DO ÓDIO
De JOÃO ASCENSO e SARA AFONSO

CURTAS DE TEATRO

JUL 11 a 14

QUI a SÁB - 21H30
DOM - 16H30

SALA EXPERIMENTAL
7€ [ADULTO] | DESCONTOS APLICÁVEIS

50 MINUTOS
M/12

Bilhetes disponíveis em:Bilheteira Online - Comprar Bilhetes

Não Há Culpa

NÃO HÁ CULPA | duração: 15 min
de João Ascenso

No ambiente requintado do seu gabinete, Ele, O Todo Poderoso, assiste pela televisão ao êxodo maciço da população. Incrédulo, não entende o que se está a passar. A seu lado, Maria, sua santa mulher, critica a forma como Ele fez as coisas e acusa-O como o principal culpado. E a discussão começa! Uma troca de palavras sobre responsabilidades que depressa se torna numa discussão conjugal. Os jogos de poder, aliados aos jogos de sedução, fazem deste Deus e desta Maria duas figuras que muito se assemelham aos líderes que governam muitos países do mundo. “Não há culpa”, uma comédia sobre o fim do mundo, tal como o conhecemos.

Encenação e espaço cénico JOÃO ASCENSO
Interpretação ANAÍSA RAQUEL e RICARDO LÉRIAS
Produção TRÓPICO DE ARTES PRODUÇÕES
Apoio BUZICO!


Seis Quase Meia

SEIS QUASE MEIA | duração: 15 min
de João Ascenso

O lugar é aqui. O tempo é agora. Uma cidade que despertou diferente e se mostra como ninguém a quer ver. Um casal, ele e ela, sem nome, como outro casal qualquer. A vida a dois. A visão que cada um tem sobre si, sobre o outro, sobre tudo o que os rodeia. Uma madrugada onde cada minuto que passa é uma oportunidade vencida, onde sonhar é fantasiar a verdade e ir esquecendo o sufoco de todos os dias. Seis, quase meia... uma peça sobre os que não têm voz e que sobrevivem a uma crise imposta e esmagadora, onde a esperança é uma palavra que a memória vai esquecendo.

Encenação e espaço cénico JOÃO ASCENSO
Interpretação ANAÍSA RAQUEL e RICARDO BRITO DINIZ
Produção TRÓPICO DE ARTES PRODUÇÕES
Apoio BUZICO!


(de)Estimação

(de)ESTIMAÇÃO - A ALEGRIA DO ÓDIO | duração: 20 min
de Sara Afonso

Os ódios. Desde “leves” antipatias a aversões viscerais, os ódios fazem parte da nossa relação com o mundo e o outro. Numa Era em que o positivismo e o politicamente correto renascem em força, admitir que possuímos sentimentos de repulsa pode ser intimidante. No entanto, todos nós já experienciámos ódios dos quais não nos conseguimos... ou não queremos afastar. Será que devemos procurar uma vida sem ódios? Ou será que podemos guardar só os que nos dão alegria?

Criação SARA AFONSO
Interpretação DIOGO BACH e SARA AFONSO