14 DIAS E 13 NOITES

14 DIAS E 13 NOITES
de Catarina Ferreira

EXPOSIÇÃO

07 FEV a 07 MAR

TER a SÁB – 14H30 às 18H00

FOYER

ENTRADA LIVRE

M/3

 

 


“14 dias e 13 noites” é um conjunto de 27 pinturas de paisagens reais e fictícias, em que o tema central incide na natureza, nas suas diversas estações e luminosidades em algumas partes do mundo. Nesta exposição pode verificar-se uma diversidade de técnicas como acrílico, óleo e grafite, e ainda de suporte (papel e tela).

Catarina Rêgo Ferreira nasceu a 2 de abril de 1992. Desde muito cedo que descobriu um gosto especial pelas artes, tendo por isso, explorado as suas capacidades na dança, teatro, canto, desenho e pintura.
Por frequentar inúmeras vezes o Palácio Nacional da Ajuda, mais concretamente o Instituto Português do Património Arquitetónico e Arqueológico (IPPAR), o gosto por plantas e maquetes entranhou e não mais saiu.
Com oito anos fazia plantas em plasticina nas mesas do colégio e aos dez anos, com cartão, construiu a sua primeira casa de bonecas. Desde então, nunca mais parou de inventar projetos e construir maquetes.
No ensino secundário (Escola Secundária de Odivelas) a escolha foi obvia – Artes Visuais – e naquele momento tudo fazia sentido.
Três anos fantásticos, conciliados com ensaios no grupo coral da Igreja Matriz de Odivelas.
Até então o desenho e o canto andavam de mãos dadas.
Em 2011 ingressou no ensino superior no curso de Engenharia Civil (Instituto Superior de Engenharia de Lisboa – ISEL). O sonho era arquitetura, mas teve de se ficar pela Engenharia e todo o seu tempo foi consumido por horas e mais horas de estudo.
Cursos como pintura, escultura ou cenografia também foram ponderados mas diziam-lhe sempre que tinha de pensar no futuro e, em 2016, assim fez. Desistiu de Engenharia, decidida a ser feliz.
Voltou a desenhar após alguns anos de pausa, tendo criado em 2017 a sua página de Facebook (Smile with Colour), onde partilha as suas pinturas.
Nesse mesmo ano, realizou uma exposição na Casa da Juventude de Odivelas, intitulada de “Viagens”.
Em 2018, devido à diminuição da sua capacidade visual tudo foi posto em causa, mas ainda assim, encheu-se de força. Adaptou-se. Explorou novas técnicas, aprendeu imenso e desenhou sem parar com o objetivo de realizar mais exposições e partilhar com o publico aquilo que mais a tornava feliz.